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O CARRINHO DE COMPRAS ESTÁ VAZIO.
- Seu parar de beber, eu vou fazer o quê?
- O que você quiser e puder. Você está saudável, com mais tempo livre e sem os gastos com bebidas, menos estressado e sem conflitos familiares. Terá disponibilidade e disposição para fazer o que desejar.
O mundo é um celeiro de oportunidades e possibilidades aguardando os interessados. Em qualquer idade, é possível melhorar a si e o ambiente - fazer cursos, montar grupos de estudos, praticar atividades físicas, aprender coisas novas, voltar a estudar, desenvolver novos talentos e novas competências, atualizar-se.
- Você pode, por exemplo, envolver-se e servir como voluntário em alguma causa social, adotar e cuidar de animais ou de uma praça pública, ajudar pessoas em condição de vulnerabilidade social, resgatar e procurar adoção para animais abandonados ou que sofrem maus tratos, aprender ou voltar a cozinhar, cultivar flores ou hortas, empreender um negócio, envolver-se com grupos religiosos e comunitários, entre tantas outras possibilidades. Uma pessoa sóbria pode fazer o que quiser.
- E os meus amigos, todos os meus amigos bebem?!
- Amigos são pessoas que escolhemos por afinidades. Se você está abusando de álcool ou de outras drogas, você irá, de preferência, se relacionar com os afins. Se escolhe viver com saúde e sobriedade, deve escolher, também, relacionar-se com pessoas envolvidas com seus objetivos atuais, pessoas que lhe fazem melhor, indivíduos que inspiram mudanças, novas ideias, novos sonhos, projetos maiores e melhores propósitos.
De vez em quando, é preciso chacoalhar a árvore das amizades para caírem os frutos que não agregam mais nada e, ainda, corrompem nossos novos ideais.
- Mas... eu não vou poder beber nunca mais?
- Parar de beber é uma escolha, uma decisão consciente e planejada ou traumática. Não se trata de proibição, imposição ou controle, mas de conscientização e desejo de romper com um estilo de vida nocivo.
Algumas pessoas decidem beber até morrer, rejeitam todo tipo de ajuda, preferem abandonar emprego, família, as responsabilidades sociais e se entregam aos vícios e às paixões. Outras se encontram em situação de vulnerabilidade social, por circunstâncias e razões temporárias, estão à espera de oportunidades para retomar as suas atividades. Há, ainda, as que escolhem virar o jogo, mudar o rumo de sua história e assumir o protagonismo de suas vidas. Essas, decidem viver com sobriedade, de modo saudável e responsável, voltam a valorizar suas relações e pessoas significativas, recriam uma rede de apoio social e, sobretudo, respeitam seu corpo e sua vida.
Se a ideia de ?nunca mais? beber lhe parece ruim, adote a proposta dos Alcoólicos Anônimos: a cada despertar, assuma o compromisso de manter-se sóbrio, SÓ POR HOJE. Amanhã, renove o seu contrato de permanecer sóbrio novamente, vivendo, apenas, um dia de cada vez.
- Ninguém para de beber por imposição de ninguém, por amor a alguém ou por terrorismo médico do tipo: ?Você vai morrer se não parar de beber?. As pessoas param de beber ou de
usar outras drogas, quando decidem e desejam parar, e elas só atingem tal estágio motivacional quando a família deixa de trata-las de modo infantilizado ou como incapaz.
O papel da família, no tratamento da dependência química, é de extrema importância, não como babá de adultos, mas como pessoas moralmente capaz de tratar adulto como adulto e torná-los responsáveis.
Mara Lucia Madureira - Psicóloga Clínica Dr. Toufik
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